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(84127)
Marca:  Eduard  | 
Modelo:  84127
Miniatura em plástico para montar e colecionar Miniatura estática Painéis em baixo relevo, várias opções de decalques Requer cola e tintas - Não incluídas Recomendado para 14 anos e acima Decalques para duas opções - Força Aérea da Alemanha Oriental - DDR - Força Aérea da União Soviética A For
Disponibilidade: Imediata
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Modelo:  84127
Miniatura em plástico para montar e colecionar Miniatura estática Painéis em baixo relevo, várias opções de decalques Requer cola e tintas - Não incluídas Recomendado para 14 anos e acima Decalques para duas opções - Força Aérea da Alemanha Oriental - DDR - Força Aérea da União Soviética A For
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Miniatura em plástico para montar e colecionar
Miniatura estática
Painéis em baixo relevo, várias opções de decalques
Requer cola e tintas - Não incluídas
Recomendado para 14 anos e acima
Decalques para duas opções
- Força Aérea da Alemanha Oriental - DDR
- Força Aérea da União Soviética
A Força Aérea Soviética recebeu os primeiros Mig-21 no inverno de 1957-1958. Era um avião muito simples, com um turbojato R-11, tanque para 2.340 litros de combustível e dois canhões de 30 mm. Pouco tempo depois, recebeu um par de mísseis ar-ar K-13A com orientação infravermelha instalados sob as asas. Entre suas características constava com servocontroles dos planos móveis, empenagem inteiriça com pontas antiflutter, radar de orientação de tiro, flapes de área variável e uma curiosa capota integrada ao pára-brisa, articulada na frente e ejetável juntamente com o assento.
O Cockpit era pressurizado, o equipamento eletrônico incluía VOR, Rádio UHF multidirecional e ADF, além de TACAN com determinação de distância e mira e radar de aviso de cauda. Por ser considerado um caça diurno, não havia previsão para bombas e o peso excessivo desses primeiros modelos não raramente exigia que os canhões fossem removidos.
O problema do peso só foi superado em 1959 com o Mig-21F, quando foi instalado uma versão aperfeiçoada do turbojato R-11, além de ter um aumento na corda da asa no bordo de ataque o que acabou lhe conferindo maior estabilidade lateral em números Mach elevados, para compensar a baixa autonomia, essa versão recebeu um tanque ejetável de 490 litros e outros armamentos como casulos de 16 foguetes de 57 mm que substituíram os mísseis K-13A que só acertavam o alvo que lhe deixasse uma esteira bem quente e bem a sua frente, mesmo assim essa versão apresentava sérias limitações de autonomia, a ausência de um radar para quaisquer condições meteorológicas e um precário armamento.
A versão F foi a primeira a ser exportada primeiro para a Finlândia e para os países do Pacto de Varsóvia e a primeira a ser fabricada na Tchecoslováquia e Índia sob licença e na China sem licença. Em 1960 surgiu o Mig-21PF, um interceptador aperfeiçoado, com o radar R1L e teve sua capacidade de combustível aumentada para 2.800 litros, o combustível extra ficava numa pequena carenagem atrás do cockpit, foram instalados pneus de baixa pressão para operações em terrenos irregulares, o que resultou em pequenas saliências na raiz das asas, os canhões orgânicos foram definitivamente removidos para permitir a instalação de freios aerodinâmicos e a antena sob o nariz, passou para a parte superior desse.
Ainda nessa década o modelo PF recebeu várias modificações, inclusive garrafas RATO para auxiliar na decolagem e a mudança para o topo da deriva do paraquedas de frenagem. As últimas versões da variante PF, foram designadas Mig-21FL nas versões de exportação, que contava com um turbojato R-11F2S-300 mais potente, radar R2L e um módulo de canhão preso sob a fuselagem GP-9 (a versão da Força Aérea Soviética continuou chamando-se Mig-21PF), esse módulo acomodava 2 canhões GSH-23 de cano duplo de 23mm.
Além da versão PF , a Força Aérea soviética operou um pequeno número da variante Mig-21SPS com flapes aumentados para operar em pistas curtas. As outras versões a seguir foram o Mig-21PFM que era um PF com várias modificações, inclusive um pára-brisa fixo convencional e a capota abrindo para a direita, o Mig-21PFMA que possuía suportes adicionais para combustível e armamentos, possuía assento ejetável km-1 zero-zero e uma instalação interna na fuselagem para o canhão GP-9.
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